21/06/2021 às 14h57min - Atualizada em 21/06/2021 às 14h57min

Na Câmara de PG, servidores do Samu reivindicam permanência no serviço

Trabalhadores correm o risco de ser transferidos para outros setores, por conta de um processo de regionalização em curso na administração municipal

Da redação
Foto: Divulgação
Servidores do Serviço de Atendimento Móvel em Urgência (Samu) de Ponta Grossa, junto ao presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindserv), Roberto Ferensovicz, estão em frente a Câmara Municipal na tarde desta segunda-feira (21) para reivindicar a permanência dos servidores no serviço. 

Segundo Ferensovicz, os trabalhadores do Samu correm o risco de ser transferidos para outros setores, por conta de um processo de regionalização que está em curso na administração municipal. Na visão do presidente, a possível transferência dos trabalhadores pode trazer prejuízos tanto aos servidores quanto à população em geral. 

“Primeiro, há um prejuízo aos trabalhadores, pois alguns já estão há cinco, dez, 15 anos prestando serviço no Samu, mas também há um prejuízo à população. Nós temos trabalhadores extremamente capacitados, que têm muita expertise e conhecimento no trabalho em uma cidade do tamanho da nossa. E isso, em um trabalho de urgência e emergência, significa muito”, explica. 

Na opinião do líder sindical, a administração municipal “não está dando o devido valor a esses trabalhadores, que sequer foram recebidos pela prefeita [Elizabeth Schmidt] para obter uma resposta final”. Segundo Ferensovicz, os servidores do Samu estão sentindo uma insegurança “muito grande” em vista do risco de serem transferidos para outros setores. 

“Trabalhar em um serviço de urgência e emergência já não é um trabalho fácil. Em um período de pandemia, fica pior ainda. E a insegurança de a qualquer momento poderem ser transferidos para outro setor agrava tudo. É um desrespeito da administração municipal com os servidores do Samu”, conclui. 

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