03/08/2021 às 08h41min - Atualizada em 03/08/2021 às 08h41min

Agronegócio também é a favor do voto auditável, diz Aline Sleutjes, "a voz do agro"

Parlamentar castrense discursou em frente ao Congresso Nacional, no último domingo (1)

Da assessoria
Foto: Divulgação
Milhares de pessoas em todo o Brasil foram às ruas neste domingo (1), em manifestação pelo voto auditável. As principais capitais tiveram os seus centros tomados por famílias, lideranças de vários movimentos conservadores, associações militares, grupos de direita, empresários, agricultores, religiosos, cidadãos e alguns políticos. Entre eles, a presidente da comissão da Agricultura, a castrense Aline Sleutjes (PSL-PR), que esteve no ato em Brasília (DF). 

A vice-líder do Governo no Congresso discursou no trio parado em frente ao Congresso Nacional, onde declarou o seu apoio ao voto auditável. “Como a primeira mulher no Brasil a presidir a Comissão da Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, tenho orgulho de ser a voz do agro e participar desse manifesto para dizer que a nosso setor também é a favor do voto auditável. O Brasil precisa mostrar a sua força, o Brasil precisa mostrar o que deseja, assim como estamos mostrando hoje. Nós, brasileiros da camiseta verde e amarelo, da bandeira do Brasil nas mãos, patriotas, conservadores, de direita, queremos e exigimos o voto auditável já! Deus abençoe a todos. Estamos juntos, pois juntos somos mais fortes”, declarou a parlamentar.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) participou virtualmente do evento, por meio de videochamada, no qual parabenizou o público presente e reforçou a necessidade da aprovação da PEC 135/2019, de autoria da deputada federal e presidente da CCJ da Câmara, Bia Kicis (PSL-DF), que sendo aprovado, será implementado já nas eleições de 2022. O presidente também falou sobre o risco das eleições sem transparência e sem auditoria, e registrou total apoio à causa. 

No ato, Kicis alegou que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não podem decidir sobre o modelo de apuração dos votos, pois não receberam "voto de ninguém". "Respeitem o povo, ministros do TSE, não tem que decidir como vai ser a apuração", defendeu.

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