10/08/2021 às 14h49min - Atualizada em 10/08/2021 às 14h49min

Inaugurado hoje (10), Viaduto do Sabará impressiona pelos números; confira

Para a realização da obra, foram usadas 7.832 toneladas de pavimentação asfáltica

Da assessoria
Foto: Divulgação
A CCR RodoNorte, em parceria com o Governo do Estado, inaugurou hoje (10) a nova Interseção do Jardim Sabará, localizada no km 173 da BR 373, em Ponta Grossa. A estrutura é composta por um dispositivo do tipo trincheira, com a rodovia sendo ‘rebaixada’. Também foram construídas marginais nos dois sentidos, com as vias locais sendo interligadas por um viaduto, que recebeu o nome do ex-vereador e cartorário Luiz Carlos Sebastião. As obras, que tiveram início em setembro de 2020 e foram concluídas em menos de um ano, visam garantir mais fluidez e segurança no trânsito em um dos segmentos de maior movimento ao longo da Avenida Souza Naves, em Ponta Grossa.

Os números para a realização da obra no km 173 são expressivos. São 2.164 metros de pistas marginais e um total de 7.832 toneladas de pavimentação asfáltica, além de 2.837 metros quadrados de pintura e sinalização horizontal. Foram escavados cerca de 52.000 metros cúbicos na trincheira. Foram executadas 584 estacas de concreto, 6.282 metros de tirantes metálicos, num total de 430 unidades e 14 vigas pré-moldadas. Cada viga de sustentação do viaduto pesa aproximadamente 22 toneladas e possui 20 metros de comprimento. Foram ainda executados 5.045 metros quadrados de concreto projetado e tela, e ainda utilizado um total de 2.606 metros de barreiras de concreto. Além disso, 100% do trecho da pista principal e das marginais conta com iluminação em led.

Inauguração 

A solenidade de inauguração contou com a presença do CEO da CCR, Marco Cauduro, do CEO da CCR Lam Vias, Eduardo Camargo, da diretora-presidente da CCR RodoNorte, Thais Caroline Borges, do governador Carlos Massa Ratinho Junior e do Secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex de Oliveira. Também estiveram presentes a prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt, o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti, além de deputados, vereadores entre outras autoridades.

A obra realizada em menos de um ano representa desenvolvimento e segurança para a região e mais transformação para o Paraná. “É o maior entroncamento rodoviário. Um local que recebe mais de 7 milhões de caminhões por ano e que transporta as principais riquezas do Paraná e dos estados vizinhos. Entramos na reta final do nosso compromisso com o estado com a grata satisfação de estar transformando os acessos de Ponta Grossa. Vamos entregar todas as obras dentro do cronograma e seguimos incansavelmente com o objetivo de salvaguardar vidas de quem passa pelas rodovias”, destaca a diretora-presidente da CCR RodoNorte, Thais Caroline Borges.

“Preciso destacar três palavras: transformação, compromisso e força. E trabalhar com infraestrutura é poder transformar não só a parte física, mas a vida das pessoas com mais segurança e qualidade de vida”, enfatiza o CEO da CCR, Marco Cauduro.

Mudança

“Digo que sou do governo dos grandes desafios e que tiramos do papel dos grandes projetos do Paraná. E essa obra aqui era um grande desafio, não só de engenharia. Mas um desafio de construir e garantir que a opinião pública visse que essa era uma obra que iria melhorar a cidade, o comércio e que iria salvar vidas. Vimos um trabalho fantástico das equipes da CCR RodoNorte e do DER. É uma obra entregue no menor tempo possível, com muita qualidade técnica e em meio a uma pandemia”, reforça o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

O trecho na região do Jardim Sabará e uma série de outras comunidades passará por uma grande mudança. “Muitas pessoas perderam a vida na Souza Naves, uma rodovia que foi engolida pela cidade. A cidade cresceu, o Sabará cresceu. Agora a estrada também cresceu e temos uma rodovia segura”, salienta a prefeita de Ponta Grossa.

“Houve quem dissesse que essa obra fosse um sonho. E esse sonho agora se tornou realidade e temos uma obra entregue, que não parou o tráfego por nenhum dia e nenhum comércio deixou de trabalhar. Isso não é mágica, é engenharia”, ressalta o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti.

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