07/03/2021 às 09h51min - Atualizada em 07/03/2021 às 09h51min

SAMU não pode ficar à disposição das filas de vacinação, diz Prefeitura sobre morte de idoso neste sábado (6)

Prefeitura afirma que ocorrido foi uma fatalidade, pois no horário da morte não havia fila de espera e paciente recebeu atendimento de profissionais de saúde

Por Rafael Guedes, com assessorias
Foto: Divulgação / PMPG
Na noite deste sábado (6), a Prefeitura de Ponta Grossa emitiu nota oficial sobre a morte de um senhor de 80 anos na fila para a vacinação contra a COVID-19, na Estação Arte. 

O comunicado destaca que o paciente teve uma parada cardiorrespiratória antes da aplicação da vacina e que foi atendido de maneira emergencial por profissionais de enfermagem que trabalhavam no Mutirão de Vacinação. O atendimento do SAMU, segundo a nota, foi realizado 15 minutos após ser acionado. 

"A Fundação Municipal de Saúde informa que não há possibilidade de ambulâncias do SAMU ficarem à disposição das filas de vacinação por estarem em atendimento constante de ocorrências, bem como de transferências de paciências com COVID-19", justifica o comunicado.

A Prefeitura ressalta que entende o ocorrido como uma fatalidade, considerando que não havia fila de espera no momento em que o idoso morreu e pelo fato de o paciente ter recebido pronto atendimento dos profissionais de saúde. 

Confira a nota na íntegra:

A Prefeitura de Ponta Grossa lamenta o falecimento ocorrido no final da tarde deste sábado (6) de um senhor de 80 anos, enquanto esperava para ser vacinado, na Estação Arte.

O paciente teve uma parada cardiorrespiratória antes da aplicação da vacina, sendo atendido de maneira emergencial por profissionais de enfermagem que trabalhavam no Mutirão de Vacinação. O atendimento do SAMU aconteceu cerca de 15 minutos após acionado.

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) informa que não há possibilidade de ambulâncias do SAMU ficarem à disposição das filas de vacinação por estarem em atendimento constante de ocorrências, bem como de transferências de paciências com COVID-19.

A Prefeitura entende o ocorrido como uma fatalidade, considerando que, no horário em que aconteceu o óbito, não tinha fila de espera e pelo fato do paciente ter recebido atendimento de profissionais de saúde prontamente ao mal súbito.

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