20/10/2021 às 14h59min - Atualizada em 20/10/2021 às 14h59min

Veja o que fazer se encontrar microcrustáceos na água distribuída pela Sanepar

Caso virou alvo de inquérito do Ministério Público do Paraná; saiba mais

Foto: Reprodução
Moradores de Ponta Grossa têm encontrado microcrustáceos na água distribuída pela Companhia de Saneamento do estado (Sanepar) na cidade. O caso virou alvo de um inquérito do Ministério Público.

A Sanepar afirma que se trata de uma espécie invasora de microcrustáceo que apareceu na represa de Alagados e de Pitangui, muito parecida com o camarão, mas que não faz mal à saúde.

A Sanepar também orienta que quem identificar a presença da espécie deve informar à companhia e que clientes podem consumir a água, que "se mantém no padrão de potabilidade estabelecido pelo Ministério da Saúde".

O consumidor que identificar a presença dos microcrustáceos na água que chega nas casas pode contatar a empresa pelos canais oficiais: o telefone 0800 200 0115, pelo site (clique aqui para acessar) ou pelo aplicativo Sanepar Mobile.

Nestes canais também é possível registrar situações de prejuízos causados pelos microcrustáceos que o consumidor identifique.

Os moradores também podem registrar reclamações em órgãos de defesa do consumidor, como Procon ou no Portal do Consumidor (acesse aqui).

Inquérito

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) abriu um inquérito para investigar a presença de microcrustáceos na água em Ponta Grossa. Desde a última semana, moradores da cidade reclamam da presença do corpo estranho.

O órgão está na fase dos questionamentos e aguarda retornos sobre a situação.

De lá para cá, conforme a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), são cerca de 50 reclamações por dia sobre o assunto.

A Sanepar afirma que se trata de uma espécie invasora de microcrustáceo que apareceu na represa de Alagados e de Pitangui, muito parecida com o camarão.

"[Aparecimento] ocasionado por lançamento de agrotóxicos, dejetos humanos, lançamentos irregulares. Estamos em uma força tarefa tentando identificar o desequilíbrio do ecossistema e essa proliferação de forma descontrolada", explicou Jeanne Cristina Schmidt, gerente-geral na companhia.

A companhia informou que está limpando as redes e intensificando o saneamento na estação de tratamento para eliminá-los.

Informações são do 'G1'

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