15/03/2021 às 10h13min - Atualizada em 15/03/2021 às 10h13min

Sindicato ligado à UEPG pede 'lockdown' completo da cidade "o quanto antes"

Entidade também sugere a criação de uma força-tarefa assistencial para que as pessoas não passem por necessidades extremas

Da assessoria
Foto: NCG.news
O Sindicato dos Técnicos e Docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (SINTESPO) veio a público, neste domingo (14), fazer uma recomendação ao Executivo Municipal para que decrete "o quanto antes" o fechamento completo da cidade, com exceção dos serviços essenciais.

“O número de mortes causadas pela covid-19 cresceu assustadoramente nos últimos dias, e a média de óbitos na cidade em proporção à população já ultrapassa a média da capital, do Paraná e do Brasil. Não há mais leitos de UTI disponíveis no município, nem privados e nem públicos”, disse o presidente do SINTESPO, Plauto Coelho.

A direção do sindicato também alerta para outros índices. “O setor de emergência do Hospital Universitário opera com média de 500% acima de sua capacidade, pois a estrutura inicialmente programada para atender quatro pacientes, atualmente está com mais de 20 diariamente”, afirma Plauto Coelho.

De acordo com a direção, o “'lockdown' é uma medida amarga, que prejudica principalmente os pequenos comerciantes, ambulantes, os profissionais uberizados e autônomos, e sofrem ainda mais os desempregados e desalentados. Principalmente para esses últimos, é necessária uma força tarefa da Assistência Social do Município para que pessoas não passem por necessidades extremas, com distribuição de alimentos”, salienta o presidente.

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