27/12/2021 às 13h56min - Atualizada em 27/12/2021 às 13h56min

Variante ômicron pode ter chegado a Ponta Grossa, diz secretário estadual de Saúde

Atualmente o Brasil tem 45 casos confirmados da nova cepa; casos suspeitos no Paraná estão sob monitoramento

Da redação, com 'UOL', 'G1' e assessorias
Foto: Reprodução
Ponta Grossa tem dois casos suspeitos da variante ômicron. É o que afirmou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto, nesta segunda-feira (27), em Londrina. Segundo Preto, o estado do Paraná está monitorando sete casos da nova variante do Coronavírus: dois em Curitiba; um em Arapongas; um caso de um americano que passou pelo estado; um caso de um catarinense que testou positivo em Curitiba; e os dois casos do município ponta-grossense.

Na ocasião, Preto não deu mais detalhes sobre os infectados nem informou a data prevista para sair o resultado dos exames. Afirmou apenas que a nova variante atrapalhou os planos do Governo Estadual de flexibilizar o uso de máscaras em locais abertos sem aglomeração neste fim de ano. “Continuamos em alerta. Possivelmente temos já a variante ômicron no Paraná, mas isso não pode ser motivo de alarde. É mais uma variante que vamos ter que enfrentar”, disse. 

Casos confirmados 

Atualmente o Brasil tem 45 casos confirmados da variante. Segundo o mais recente balanço do Ministério da Saúde, divulgado na última sexta-feira (24), as infecções foram registradas em São Paulo (27), em Goiás (4), em Minas Gerais (3), no Rio Grande do Sul (3), no Ceará (3), no Distrito Federal (2), no Rio de Janeiro (1), no Espírito Santo (1) e em Santa Catarina (1).

Ômicron 

No dia 24 de novembro passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) relatou uma nova variante do vírus SARS-CoV-2 que causa a COVID-19: a B.1.1.529, posteriormente denominada ômicron.

Detectada pela primeira vez em Botswana e na África do Sul, a ômicron foi inicialmente classificada pela OMS como Variante de Preocupação, pois ainda não existiam estudos conclusivos quanto à severidade da infecção ou sobre a facilidade de transmissão desse vírus.

No entanto, conforme o ‘UOL’, estudos em todo o mundo estão pintando um quadro consistente de que a ômicron é menos agressiva do que a variante delta, com uma chance até 70% menor de pessoas infectadas acabarem no hospital. 

A ômicron pode causar sintomas de resfriado, como dor de garganta, coriza e dor de cabeça, mas isso não significa que causará uma COVID leve em todos – alguns ainda ficarão gravemente doentes. 

As alterações no vírus parecem tê-lo tornado menos perigoso, mas a maior parte da gravidade reduzida se deve à imunidade como resultado da vacinação e episódios anteriores de COVID.

Link
Notícias Relacionadas »
Fale pelo Whatsapp
Atendimento
Fale com NCG News!